O lead faz sentido no jornalismo digital?

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Texto para dar base à aula: Pirâmide inver tida na cibernotícia: a resistência de uma técnica centenária, de Fernando Zamith.

Notas finais

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Olá queridos, seguem as notas do semestre. Há apenas duas notas, referentes aos dois trabalhos principais, mas eu contei as demais atividades para formar essas notas. Em breve colocarei aqui os links de todos os trabalhos e divulgarei no Facebook. No entanto, se já quiserem deixar o link nos comentários, fiquem à vontade.




Não haverá aula dia 2 de junho

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Queridos,


como avisei em sala semana passada, não darei aula dia 2 de junho porque vou participar do Seminário Internacional Cultura da Música: Som + Imagem, que acontece dias 2 e 3, no MAM. Estou ajudando na organização e vou mediar a mesa de abertura.


Se tiverem tempo e se interessarem, estão mais do que convidados a comparecer! O evento é gratuito, basta apenas se inscrever no blog oficial.


Olhem que linda a programação:



II SEMINÁRIO INTERNACIONAL CULTURA DA MÚSICA: SOM+IMAGEM





Programação

02/06 

14.00 - 15.30h

Mesa I

Videoclipe e performance – Thiago Soares (UFPB)  e Fernando Gonçalves (UERJ) – mediação Ariane Holzbach (Gama Filho/UFF)

15.30 - 17.00h

Mesa II

Filmes musicais: João Luiz Vieira (UFF); Ângela Prysthon (UFPE) – mediação Simone Sá (UFF)

17.00-17.30h 

coffee-break

17.30h

Palestra: Will Straw (Mc Gill University):
Palavras, canções e carros: Músicas de abertura e as sequências de créditos nos filmes

Words, Songs and Cars:  Title songs and movie credit sequences

03/06

14.00 - 16.30h

Mesa III

O som no cinema – Ney Carrasco (Unicamp); Suzana Reck Miranda (UFSCar); Eduardo Santos Mendes (USP) – mediação Fernando Morais da Costa (UFF)

16.30-17.00h

coffee-break

17-18.30h

Mesa IV

Paisagens sonoras para além do cinema: games, televisão; espaço urbano – Andre Pase (PUC-RS); Ricardo Ottoboni (TV Globo); Leandro Araujo (projeto: Reações Musicais-BH) – mediação José Claudio  Castanheira (UFSC)


Auditório da Cinemateca do Museu de Arte Moderna – Rio de Janeiro
Dias 02 e 03 de junho de 2011, das 14 às 19 horas.


Estrutura da notícia no jornalismo digital

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Vídeos para exerício

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Dica de site super legal

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Gente, nosso colega George Guilherme deu uma dica de blog que ele segue e acha que tem tudo a ver com jornalismo na internet. Trata-se do blog da editora de treinamento da Folha de S. Paulo, Novo em Folha. Além de textos interessantes, ela vive divulgando oportunidades de estágio e emprego.

Link especial para discussão

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Ajude um repórter

Possibilidades no jornalismo digital

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Templates simples para blogs

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Madalyn


Aurana (um dos mais simples)


Q-Metal


Interpridity

Editor da Folha e repórter do Agora são demitidos por comentários no Twitter

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Fonte: Comunique-se

Izabela Vasconcelos

O jornalista Alec Duarte, editor-assistente de política da Folha de S.Paulo, e a repórter Carol Rocha, do Agora SP, foram demitidos do Grupo Folha por postarem comentários no Twitter a respeito do jornal. Os dois comentavam a morte de José Alencar, ex-vice-presidente da República, que morreu no dia 29/3.

"Nunca um obituário esteve tão pronto. É só apertar o botão”, comentou o editor-assistente da Folha, sem citar nomes.

"Mas na Folha.com nada ainda... esqueceram de apertar o botão. rs", respondeu a repórter do Agora.

Alec então lembrou do erro do jornal, que noticiou erroneamente a morte do senador Romeu Tuma, em outubro de 2010. "Ah sim, a melhor orientação ever. O último a dar qualquer morte. É o preço por um erro gravíssimo."

Apesar dos comentários, os perfis dos jornalistas não informavam que eram empregados do Grupo Folha. O Comunique-se tentou contato com Alec, mas ele não foi localizado.

“É nosso perfil pessoal e foi um comentário normal, não teve repercussão, retuítes, mas fomos demitidos mesmo assim”, disse Carol, que questiona uma retaliação pelo comentário de algo que não é segredo: a antecipação de obituários nas redações.

A jornalista também enviou um e-mail para a ombudsman do jornal, Suzana Singer: “Você não acha hipocrisia o jornal negar - ou censurar comentário sobre o tema - que depois da notícia errada sobre a morte do Tuma, os cuidados foram redobrados? Nada mais natural. Mais hipocrisia ainda é um jornal que zela tanto pela liberdade de expressão, que diz não admitir qualquer tipo de censura, praticar a mesma censura contra seus funcionários. Me lembro que o manual de redação diz alguma coisa como "somos abertos a críticas". Sério? Não conheço ninguém que tenha criticado a Folha e não tenha sofrido represália”, escreveu. A repórter também fala do episódio em seu blog.

A ombudsman negou que tenha participação na demissão dos jornalistas e afirmou que o caso foi decidido pela chefia do grupo. Suzana também alegou que não se trata de censura. “Não acho que isso seja censura. A Folha tem meios de fazer e receber críticas (painel do leitor, ombudsman, o blog da crítica interna, a seção erramos). Imagina se todo jornalista resolvesse colocar na rede os erros de colegas e desafetos”, respondeu.

A coluna da ombudsman deste último domingo (3/4) também citou o caso.

Mais uma leitura

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Texto para leitura: Pirâmide inver tida na ciber notícia: a resistência de uma técnica centenária, de Fernando Zamith.

Concurso de jornalismo digital

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Abertas as inscrições para o edital do programa Rumos Jornalismo Cultural, edição 2011-2013, do Itaú Cultural

A quarta edição do programa reitera a importância de identificar um caminho possível para a melhor compreensão do papel da academia, da mídia e das instituições culturais na construção do que se convenciou chamar deeditoria de cultura no jornalismo. A realização do programa também se justifica pela relevância que universidades, professores, estudantes, veículos de comunicação e jornalistas têm como atores essenciais na construção do diálogo entre sociedade e agentes culturais diversos - artistas, curadores, pesquisadores, gestores, produtores, técnicos etc

O edital é dividido em duas carteiras distintas: Carteira Estudante e Carteira Professor

- Carteira Estudante: o candidato deverá estar matriculado no curso de Comunicação Social e/ou Jornalismo e estar cumpindo entre 30% e 60% dos créditos curriculares (equivalentes ao terceiro e ao quinto semestres]. As inscrições dos estudantes se dão com reportagem para editoria de cultura de acordo com orientações detalhadas no edital, disponíveis no site www.itaucultural.org.br/rumos. O estudante pode optar em enviar trabalhos em quatro categorias: reportagem impressa; reportagem radiofônica; reportagem audiovisual; web-reportagem.

- Carteira Professor: as inscrições desta carteira se dão por meio de ensaios que tratem das possíveis relações entre os cursos de jornalismo e as empresas jornalísticas, com destaque na formação dos futuros jornalistas. O professor de graduação e/ou pós-graduação deverá ter pelo menos dois anos de experiência como professor de jornalismo e/ou Comunicação Social. Não é necessário o professor atuar na cadeira de Jornalismo Cultural.

Prêmios: apoio financeiro mensal, bolsa, direitos autorais dos trabalhos selecionados, atividades de formação diferenciadas para os estudantes e professores, participação em Laboratórios e Fórum Virtuais,  títulos de DVDs, CDs e livros. Veja detalhamento dos prêmios e valores no site do instituto Itaú Cultural.

Prazo de inscrição: até 15 de julho de 201.
Dúvidas
: 
rumosjornalismo@itaucultura.org.br

Acesse o site www.itaucultural.org.br/rumos e confira todas as caracteríscas do edital, detalhamento dos prêmios e como enviar trabalhos. No blog http://rumositaucultural.wordpress.com/ todos poderão acompanhar as atividades presenciais da caravana Rumos pelo país, novidades, entrevistas, comentários e bastidores.

Nota: O Itaú Cultural também lançou edital em duas outras áreas de expressão: Artes Visuais e Educação, Cultura e Arte. Confira as características e prazos de inscrições no site www.itaucultural.org.br/rumos

Participe!

Arlindo Machado na Uerj. Imperdível!

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Oi gente,

segue a transcrição referente à palestra que Arlindo Machado dará no PPGCOM da Uerj:

Temos o prazer de convidar todos para a Aula Inaugural do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UERJ, com o título "Cinema e Tecnologia: implicações do digital para o audiovisual", a ser ministrada pelo professor Arlindo Machado (USP e PUC-SP). A conferência, seguida de debate, será realizada no dia 7 de abril próximo, às 18h30, na sala RAV 102, 10o. andar, campus Maracanã, Rio de Janeiro.

Atenciosamente,

Alessandra Aldé
Fernando Gonçalves
Coordenadores

Hipertexto, link e Jornalismo Digital

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Texto para leitura

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segue o link do artigo "O Link como Recurso da Narrativa Jornalística Hipertextual", escrito por Luciana Mielniczuk. Este texto vai guiar a nossa próxima aula, relativa à hipertexto e narrativas no jornalismo digital.

Apple X Microsoft

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Para entender a eterna disputa, a Veja fez um infográfico bem interessante.

contextualizando jornalismo digital

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Manual da redação em jornalismo digital

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Link de um livro interessante. Leitura rápida e com algumas dicas legais sobre a prática profissional no ambiente online.

Livro gratuito de jornalismo digital

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Queridos,

olha que presente interessante eu recebi por e-mail ontem à noite. É um livro gratuito que pode ser baixado na internet contanto a história e evolução do Jornalismo Digital. Nada mau! 


Para para baixar o livro, clique no link http://www.jornalistasdaweb.com.br/docs/jw_10anos.pdf

Este pequeno e-book tem por objetivo fazer um carinhoso registro da primeira década do site Jornalistas da Web (JW) e de sua lista de discussão homônima, criados em 2000 pelo jornalista Mario Lima Cavalcanti para cobrir e debater o cenário de jornalismo digital e de novas mídias. 

Nas páginas deste documento estão presentes informações textuais e visuais sobre a história do veículo, evolução do layout do site, seminários organizados, evolução do logotipo do JW, ações de divulgação e alguns produtos, como a edição móvel, produzida exclusivamente para smartphones. 

Para tornar o e-book mais saboroso, Cavalcanti convidou jornalistas e pesquisadores que tiveram uma participação significativa na história do veículo ou que pudessem dar uma visão particular sobre a publicação. Em forma de histórias descontraídas, os convidados dão seus pareceres sobre o JW, ou relembrando um caso em particular, ou contando como o veículo influenciou suas vidas e trabalhos, ou simplesmente falando como enxergam a marca Jornalistas da Web. 

Além disso, uma linha do tempo foi montada no rodapé do e-book para indicar acontecimentos relevantes ocorridos no meio online durante os dez anos de existência do JW e que foram registrados pelo veículo. Não se trata de uma lista de principais fatos, mas sim uma amostra cronológica de alguns eventos que representam, de certa forma, a evolução do cenário e uma mudança de paradigmas no que diz respeito a consumo e distribuição de informação.

Jornalismo impresso vai acabar?

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Matéria publicada no site da AdNews


O jornalista Luis Nassif participou do ‘Papo na Redação’, do Comunique-se, e disse que o jornalismo brasileiro perdeu a noção do que faz. A categoria acaba de ser sacudida pela migração completa do Jornal do Brasil para a internet e, para ele, isso é só o começo: “vai acabar. A questão é: quando?”

O chat aconteceu nesta terça-feira (31) sob mediação do presidente do Comunique-se, Rodrigo Azevedo, com mais de 60 internautas. No evento, Nassif disse que o fim do impresso está próximo, e os livros também têm dias contados, na sua opinião. “Não tem como concorrer”, afirmou. Ele disse que acredita mais nos jornais que vão nascer agora, nos online, do que nos outros, “porque a imprensa não está preparada para as mudanças”. Segundo ele, “para trabalhar nessa era digital, eles [os jornais] têm que aceitar as críticas dos leitores, mas eles não conseguem. É o ego”.

Para o jornalista, os grandes veículos não sabem mais fazer jornalismo. “O problema dos jornais brasileiros é que eles perderam a noção de jornalismo. Quando você pega Folha, Veja e O Globo, você não tem jornalismo. O que mais segue as regras do jornalismo é o Estadão, apesar de dar umas escorregadas”, declarou.

Nassif acredita que os blogs vão roubar a cena em breve. “As pessoas leem as notícias e vão nos blogs para ver se é verdade. Confirmam com seus blogueiros de referência”, disse, e completou: “um dia, alguns blogs vão virar jornais online. Hoje você tem blogs que têm o mesmo peso que os jornais. Existe um público órfão dos jornais”.
As informações são de Izabela Vasconcelos, do Comunique-se

 

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