Texto para dar base à aula: Pirâmide inver tida na cibernotícia: a resistência de uma técnica centenária, de Fernando Zamith.
Blog destinado às aulas de Jornalismo Digital ministradas aos alunos de jornalismo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Olá queridos, seguem as notas do semestre. Há apenas duas notas, referentes aos dois trabalhos principais, mas eu contei as demais atividades para formar essas notas. Em breve colocarei aqui os links de todos os trabalhos e divulgarei no Facebook. No entanto, se já quiserem deixar o link nos comentários, fiquem à vontade.
Queridos,
como avisei em sala semana passada, não darei aula dia 2 de junho porque vou participar do Seminário Internacional Cultura da Música: Som + Imagem, que acontece dias 2 e 3, no MAM. Estou ajudando na organização e vou mediar a mesa de abertura.
Se tiverem tempo e se interessarem, estão mais do que convidados a comparecer! O evento é gratuito, basta apenas se inscrever no blog oficial.
Olhem que linda a programação:
Madalyn
Aurana (um dos mais simples)
Q-Metal
Interpridity
Fonte: Comunique-se
Izabela Vasconcelos
O jornalista Alec Duarte, editor-assistente de política da Folha de S.Paulo, e a repórter Carol Rocha, do Agora SP, foram demitidos do Grupo Folha por postarem comentários no Twitter a respeito do jornal. Os dois comentavam a morte de José Alencar, ex-vice-presidente da República, que morreu no dia 29/3.
"Nunca um obituário esteve tão pronto. É só apertar o botão”, comentou o editor-assistente da Folha, sem citar nomes.
"Mas na Folha.com nada ainda... esqueceram de apertar o botão. rs", respondeu a repórter do Agora.
Alec então lembrou do erro do jornal, que noticiou erroneamente a morte do senador Romeu Tuma, em outubro de 2010. "Ah sim, a melhor orientação ever. O último a dar qualquer morte. É o preço por um erro gravíssimo."
Apesar dos comentários, os perfis dos jornalistas não informavam que eram empregados do Grupo Folha. O Comunique-se tentou contato com Alec, mas ele não foi localizado.
“É nosso perfil pessoal e foi um comentário normal, não teve repercussão, retuítes, mas fomos demitidos mesmo assim”, disse Carol, que questiona uma retaliação pelo comentário de algo que não é segredo: a antecipação de obituários nas redações.
A jornalista também enviou um e-mail para a ombudsman do jornal, Suzana Singer: “Você não acha hipocrisia o jornal negar - ou censurar comentário sobre o tema - que depois da notícia errada sobre a morte do Tuma, os cuidados foram redobrados? Nada mais natural. Mais hipocrisia ainda é um jornal que zela tanto pela liberdade de expressão, que diz não admitir qualquer tipo de censura, praticar a mesma censura contra seus funcionários. Me lembro que o manual de redação diz alguma coisa como "somos abertos a críticas". Sério? Não conheço ninguém que tenha criticado a Folha e não tenha sofrido represália”, escreveu. A repórter também fala do episódio em seu blog.
A ombudsman negou que tenha participação na demissão dos jornalistas e afirmou que o caso foi decidido pela chefia do grupo. Suzana também alegou que não se trata de censura. “Não acho que isso seja censura. A Folha tem meios de fazer e receber críticas (painel do leitor, ombudsman, o blog da crítica interna, a seção erramos). Imagina se todo jornalista resolvesse colocar na rede os erros de colegas e desafetos”, respondeu.
A coluna da ombudsman deste último domingo (3/4) também citou o caso.
Texto para leitura: Pirâmide inver tida na ciber notícia: a resistência de uma técnica centenária, de Fernando Zamith.
segue o link do artigo "O Link como Recurso da Narrativa Jornalística Hipertextual", escrito por Luciana Mielniczuk. Este texto vai guiar a nossa próxima aula, relativa à hipertexto e narrativas no jornalismo digital.
Para entender a eterna disputa, a Veja fez um infográfico bem interessante.
Link de um livro interessante. Leitura rápida e com algumas dicas legais sobre a prática profissional no ambiente online.
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